[FP] Danté, Layla Olivier

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[FP] Danté, Layla Olivier

Mensagem por Layla O. Danté em Sab Maio 31, 2014 11:19 pm

Layla
Danté
Nascimento:
{07/11/2002}
Idade:
{18 anos}
Residência:
República
Sangue:
Mestiço
Grupo:
Beltaine


DESCRIÇÃO FÍSICA
Era uma garota inquieta com o costume irritante de tamborilar os dedos em qualquer superfície disponível. E quando se diz inquieta, não era somente pelo fato de não conseguir parar, era por fazê-lo ser quase insuportável aos que estavam próximos e quando não tamborilava os dedos, batia a perna, retumbava com a pena na lateral da mesa, de uma coisa se podia estar certo: sua mente estava fervilhando. Então mordia seu lábio inferior e ia longe, com seus olhos meio cinza, meio verde, parando no ar e observando o nada com impressionante interesse. Entre seus costumes também estava o prazer de bagunçar os longos cabelos loiros, bem distribuídos em ondas uniformes por sobre seus ombros. Tinha perfil austero, ainda que doce, um rosto oval e simétrico. Tampouco era baixa, ou alta, com seus 1,68 tinha o que podia se chamar de altura mediana e possuía corpo esbelto, com curvas bem delineadas no corpo e sabia que era bela, tinha conhecimento que sua pele de porcelana, seus lábios bem desenhados, seu rosto aquilino e olhar penetrante realmente eram armas, mas prefere manter-se na sutileza. Utilizar roupas confortáveis, sem se importar com a moda vigente, anda sempre com cadernos nas mãos, ou folhas soltas e rabiscadas, se estiver ouvindo música anda conforme o ritmo da bateria - mesmo que ninguém note a sutileza. Sorri com frequência, o que provoca covinhas sutis em seu queixo e maçãs do rosto, o que só lhe dava um ar pueril e doce.


DESCRIÇÃO PSICOLÓGICA
Expansiva. Era a única palavra que podia defini-la em completude, uma garota que fazia muito e queria sempre mais, tem a tendência a querer afogar as tristezas dos outros e apagar suas próprias com um sorriso, sempre se deixa de lado por um amigo, sempre quer saber e se meter... O que a torna bastante sociável e que lhe rendeu já vários episódios envolvendo as namoradas dos amigos e crises de ciúmes. É sorridente até demais, animada, doce, entretanto se nunca a viu numa festa, não pode dizer que a conhece de fato, dançando costuma dizer que a música põe a mostra todas suas facetas. É sincera e por não ser boa mentirosa engole as palavras e quaisquer opiniões para si se perceber que os resultados por expô-los não será bom, pensa demais nos outros e pouquíssimo em si mesma e muitas vezes se culpa por fazê-lo. Quando irritada, é uma fera, entretanto supre tanto seus pensamentos que costuma explodir por coisas fúteis, enquanto lida com problemas maiores com desenvoltura surpreendente, nessas horas, na qual sua cabeça parece explodir com frases e lembranças e lágrimas, se foca nos estudos e esquece do resto do mundo – surtos que duram apenas um dia ou dois. Não admite, mas é vingativa, não gosta de ser feita de boba, ou de zombarias a suas custas, tampouco gosta de petulância, arrogância ou daqueles que se acham donos do mundo e se não explode faz de tudo o possível para ter quem a magoou tão machucado quanto – e sabendo que fora culpa sua. É uma criatura de hábitos – exceto quando os hábitos são horários – adora fazer as mesmas coisas sempre, só para em um dia qualquer quebrar a rotina e se deleitar ao partir a monotonia, exige demais de si mesma e não é incomum ouvi-la praguejar consigo por algo que deu errado. É perfeccionista e isso muitas vezes lhe parece um defeito maior que uma qualidade.
Tem o sonho de criar tantos itens quanto forem possíveis, de conhecer meio mundo, suas culturas, seus conhecimentos e acha que tudo o que se aprende, seja dos livros trouxas ou bruxos, é válido. Acredita que ambas as sociedades só serão plenas quando passarem a conviver pacificamente e se completando. Entretanto, sabe que isto é utópico e se contenta em aplicar tudo aquilo que puder conhecer na construção de artefatos bruxos.
 



HISTÓRIA
Foi em um inverno rigoroso no norte de Lyon que a garotinha de cabelos ralos e quase tão claros quanto a neve deu seu primeiro suspiro – e choro. E como chorou. Sua mãe depois disse-lhe que acordou praticamente toda a vizinhança e que seus primeiros anos era o tipo de criança que necessitava de muitos cuidados, não por ser frágil, mas por precisar de alguém que sempre a impedisse de subir nas árvores, correr atrás dos gatos da rua, escorregar pelo corrimão da casa e coisas do gênero, nunca tinha sido do tipo comportada, pelo menos não até seus cinco anos, quando sua mãe partiu em busca de seu pai – desaparecido desde o dia de seu nascimento – e, para não ficar em orfanato, foi criada por seus avós paternos, uma dupla de velhinhos carinhosos e amáveis que a deixavam fazer da casa seu mundo, contanto que não se machucasse.
Lá conheceu um garotinho, um ano mais velho, neto da vizinha, com o qual partiam em inimagináveis aventuras. Até que aos sete anos, enquanto os dois se diziam reis de um mundo inteiro, falando sobre dragões, fadas, elfos e outras criaturas que brigavam no limiar de suas imaginações ela passou a fazer com que as folhas tomassem a forma daquilo que discutiam, quando um imenso dragão de folhas caídas rugiu para o menino trouxa ele saiu correndo e então, pela primeira vez, ela ouviu a frase que somente muitos anos descobriria o significado:
“Filha da bruxa!”
O garoto nunca mais foi a casa da senhora ao lado, mesmo que ela ficasse todos os dias a esperar que ele aparecesse e lhe dissesse alguma explicação – fato que nunca chegou a ocorrer. Sozinha, e com um imenso aperto no peito, passou a se isolar das outras crianças, ou ser isolada. Era estranho para ela, tão animada e agitada, ter que se conter com sua imaginação e somente ela de companhia, somente três anos depois do incidente com o neto da vizinha foi que veio a compreender suas palavras. Com a chegada de uma estranha carta, convocando-a para a Academia Beauxbatons. Foi então que sua avó, trouxa, lhe contou que sua mãe era uma bruxa, uma de verdade, com direito a vassoura e tudo o mais e que seu pai também o tinha sido, entretanto que ele era o que os bruxos chamavam de nascido-trouxa.
A garota ficou assustada a principio, achando que tudo era uma piada de mal gosto, porém quando leu as cartas teve a certeza que era verdade, cada palavra. Começou então a tentar conhecer mais daquele mundo novo, aprender tudo sobre ele, nutrindo secretamente a esperança de esbarrar com seus pais por ai. Ela cursou os primeiros anos na escola francesa, quando seus avôs faleceram – de causas naturais – aos seus quatorze anos. Pouco depois, descobriu uma pista sobre seus pais, algo sobre estarem ambos na terra da rainha. Sabia pouquíssimo inglês aquela altura, entretanto, necessitava partir para lá.
Decidida e impulsiva, seguiu, a esta altura com quinze anos, tremendo diante de uma carta de transferência custosa a conseguir. Ao chegar à escola inglesa, surpreendeu-se, positivamente, sentia tão mais em casa naquele ambiente que no polido castelo Beauxbatons, foi selecionada na sala da direção e sua seleção durou exatamente três minutos e doze segundos, todos eles repletos de batidas descompassadas de seu peito. O Chapéu velho ficara ponderando entre Corvinal e Grifinória, murmurando palavras que a garota não compreendia. Finalmente bradou para a diretora presente que a garota seria mais bem vinda na Grifinória. E assim pela primeira vez se viu em uma sala vermelha e dourada, repleta de pessoas desconhecidas, cada novidade lhe sufocando de forma única e alegre.
Os dois anos seguintes se puseram tão rápidos quanto um piscar, prestou os NOMs com resultados bem acima da média – ainda que sua nota em História da Magia não fosse mais que um Aceitável – e NIEMs com Ótimo em Poções. Durante os dois anos em Hogwarts não se fixou em apenas um grupo, era uma verdadeira nômade no que se tratava de amigos, passou a falar inglês fluentemente, ainda que possuísse um sotaque discreto. Ao terminar a escola, se focou ainda mais na busca de seus pais e após apenas alguns meses de procura e perguntas intermináveis, lhe veio a notícia: eles tinham falecido alguns meses antes.
Decepcionada, triste e sem saber para onde ir, passou um ano apenas divagando pelo Beco Diagonal, sem saber o que fazer de sua vida, literalmente apenas bebendo e tentando se virar com algum dinheiro que conseguia aqui e acolá. Foi então que conheceu a Faculdade, soube que ali poderia estar sua chance para sair daquele vício. Precisava sair. Observando os cursos decidiu que faria algo que lhe propiciasse a união do melhor dos dois mundos, afinal nunca tinha compreendido com plenitude o porquê de deverem estar separados, faria algo com o qual pudesse experimentar, inovar e principalmente criar: Engenharia Mágica.


Informações Gerais

# Nome completo: Layla Marrie Olivier DaFont Danté
# Apelidos: Lay; Laylinha (odiado); Lala; Mary (irritante)
# Título: Beltaine
# Nacionalidade: França
# Idioma(s) Falados: Inglês, Francês, Português e Espanhol
# Idade: 18 anos
# Orientação Sexual: Heterossexual
# Estado Civil: Solteira
# Raça: Bruxo
# Família: Olivier
# Grupo: Beltaine
# Casa: Grifinória
# Fraternidade: Beltaine
# Curso: Egenharia Mágica (EGM)
# Emprego: Estudante
#Patrono: Leão.
#Bicho-Papão: Abelhas.
#Espelho Ojesed: Ter sua própria família.
#Photoplayer: Amber Heard


Atributos
Este campo deve ser preenchido apenas por aqueles interessados em jogar quadribol, ou seja, apenas alunos da faculdade. Caso seja adulto ou não se interesse por jogar, deixar o espaço em branco. Mas se quiser ser um campeão, distribua 20 pontos pelos atributos a seguir até resistência (em convicção pode-se colocar qualquer número até 100). Os pontos podem ser aumentados com premiações no RPG, mas pense bem antes de colocá-los!

Agilidade: xx
Inteligência: xx
Precisão: xx
Força: xx
Táticas em Equipe: xx
Equilíbrio: xx
Resistência: xx
Convicção xx / 100


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Idade do Personagem : 23
Ocupação Atual : Estudante de Engenharia Mágica

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Re: [FP] Danté, Layla Olivier

Mensagem por The Phoenix College em Sab Maio 31, 2014 11:38 pm





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